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Dicas para Hospedagem de sites Agência Unit

Escolher uma empresa para Hospedagem de sites não é tarefa das mais fáceis. Existem centenas de empresas no mercado, milhares de planos e incontáveis ofertas e propostas.

Forneceremos aqui dez dicas de ouro para contratar seu provedor sem arrependimento, e, principalmente, sem jogar dinheiro fora.Hospedagem de sites

Primeira dica – “Namore” a empresa durante um certo tempo. Passe alguns dias visitando seu site, faça alguns contatos com o atendimento. Se a empresa não atende telefone, ou se não responde ao suporte online, procure outra empresa de Hospedagem de sites.

Segunda dica – Verifique em seu site a quantidade de espaço em disco e tráfego mensal consumidos atualmente em seu plano. Procure contratar um plano com pelo menos 30% a mais de recursos, pensando sempre no crescimento futuro.

Terceira dica – Realize um PING para o domínio da empresa. Verifique o tempo de resposta. Caso a resposta seja inferior a 300ms, é um bom tempo de resposta. Caso supere este valor, procure outro servidor de Hospedagem de sites.

Quarta dica – Procure sempre saber se o software, painel de controle e sistema operacional utilizados estão atualizados. Você poderá consultar o site dos fabricantes para saber a ultima versão: PHP , .NET Framework , cPanel , WHM .

Quinta dica – Antes de contratar, tente sempre fazer contato telefônico com o suporte técnico. Verifique se o tempo de espera é grande. Lembre-se que nos momentos de emergência, o telefone é sempre o melhor amigo.

Sexta dica – Procure uma empresa que tenha atendimento telefônico em sua cidade, ou em uma capital próxima. A ligação é mais barata, caso necessite de contato telefônico.

Sétima dica – Verifique as certificações da empresa e seus parceiros. É mais seguro contratar empresas que tenham profissionais certificados.

Oitava dica – Pergunte para amigos, peça recomendações. É muito comum alguem já ter tido algum problema com algum provedor. Escute e analise os relatos.

Nona dica – Descubra quanto tempo de mercado tem a empresa. Procure sempre empresas com pelo menos alguns anos de experiência no mercado.

Décima dica – Fuja do preço baixo. Descubra a média de preço praticada pelo mercado, e contrate um plano dentro desta média. É muito difícil uma empresa que cobre muito barato durar no mercado. Lembre-se: se o provedor de hospedagem de sites falir, seu site irá embora junto procure uma empresa de Hospedagem de sites séria.

Como otimizar o seu site e aumentar a velocidade

Como já devem de saber, o Google passou a utilizar a velocidade de carregamento das páginas como fator de ranqueamento. Apesar de ser apenas mais um fator no meio de tantos outros nunca é de mais otimizar os nossos sites mesmo que não estejamos interessados nos motores de pesquisa.

O tempo de carregamento das páginas é uma coisa a ter em consideração pois um site lento pode aumentar a taxa de rejeição dos seus visitantes, principalmente os que vêm de sites de pesquisa. Essas pessoas estão a procura de informação e normalmente não têm muita paciência para esperar para a página abrir.

Neste artigo vou abordar alguns pontos que levam os nossos sites a serem lentos e soluções para esses problemas.

Velocidade Alojamento

Uma das várias razões para o nosso site ser lento é o alojamento. Muitas vezes recorremos a empresas low-cost que carregam o servidor de mais para conseguirem obter o mesmo lucro que as empresas que cobram mais pelo mesmo serviço. É melhor pagar um pouco mais e estar bem do que pagar pouco e ter um serviço mau. A qualidade paga-se.

É importante também falar dos sites que estão alojados em serviços gratuitos. Existem várias empresas que oferecem muito (por exemplo o 000WebHost ) por nada. Eles são obrigados a sobrecarregar os servidores e a limitar a velocidade para que todos tenham um serviço razoável.

A localização do servidor também pode influenciar no tempo que as páginas demoram a carregar. Por outras palavras, se você vive em Lisboa e tem o site alojado nos Estados Unidos o tempo de carregamento era menor se ele estivesse em Portugal. Este também é um fator que muitos dizem ser utilizado pelo Google para colocar os sites em melhor posição nos resultados do país onde ele está alojado. Otimize o seu template

Existem várias coisas que podem ser feitas para otimizar o template de um site. Algumas delas:

» Minimização do CSS

Deixo os seguintes exemplos daquilo que pode fazer: Se tiver o css desta forma:

.div { color: #ffffff; line-height: 20px; font-size: 9px; }

passe a utilizar desta maneira:

.div{color:#fff;line-height:20px;font-size:9px;}

Outro exemplo:

{ padding-left: 10px; padding-right: 30px; padding-bottom: 20px; }

utilize:

{padding: 0 30px 20px 10px;}

Pode utilizar o minify para fazer este trabalho: – www.code.google.com/p/minify

» Combine os CSS’s e Javascripts Para diminuir o numero de requests junte o maior numero possível de folhas de estilho e javascripts num só ficheiro.

» Utilize CSS sprites Os grandes sites como o Google por exemplo, utilizam uma imagem grande com várias imagens pequenas e depois utilizam no CSS a propriedade background-position para mostrar apenas uma parte dessa imagem.

CSS Sprites

Pode utilizar a seguinte ferramenta para facilitar o trabalho: – www.spritegen.website-performance.org

» Folhas de Estilo e Javascript fora do seu alojamento Por norma os browsers colocam em cache os css’s e javascript’s que estejam fora do mesmo domínio. Para que o browser não carregue esses ficheiros sempre que uma página é aberta, coloque esses ficheiros num subdomínio, noutro alojamento ou num serviço como o Amazon S3.

» CSS no topo, javascript no fim Este é talvez um dos pontos mais importantes entre aqueles que referi. Para quem não sabe, o CSS é o “desenho” do site, ele dá informação o browser de como as coisas devem de ser mostradas e organizadas. Por isso a folha de estilo deve de estar sempre no inicio do tema para que o browser comece logo a “construir” a página.

Já os javascripts como o script do Google Analytics por exemplo, devem de ficar no fim, mais precisamente no footer. Normalmente são ficheiros mais pesados e que não são necessários para o funcionamento mínimo do site por isso convém que fiquem no fim da página.

» Utilize livrarias externas Algumas empresas de confiança disponibilizam gratuitamente livrarias que já estão otimizadas para a web. A Google é um desses exemplos e disponibiliza AJAX Libraries no seguinte endereço:

– www.code.google.com/intl/pt-PT/apis/ajaxlibs/ Localização dos ficheiros utilizados no site

Por norma todos os ficheiros estão no mesmo domínio. Por exemplo, todas as imagens, ficheiros, etc são carregados através do endereço www.oseusite.com/ficheiros/ficheiro.jpg. Isto é mau porque o browser (o programa que você utiliza para navegar na internet) só carrega um certo numero de ficheiros em simultâneo de um domínio. Não tenho a certeza se todos os browsers têm o mesmo limite, mas vamos supor que um browser só pode carregar 5 ficheiros em simultâneo de um site. Enquanto que essas 5 transferências não terminam, o browser não começa a transferir outros ficheiros.

Para aumentar a velocidade de carregamento você pode utilizar subdomínios (por exemplo: www.images.seusite.com) e colocar lá os ficheiros ou utilizar outro domínio. A velocidade aumenta porque o browser começa a fazer o download dos ficheiros de vários locais diferentes ao mesmo tempo, ao invés do exemplo que dei em cima.

Se não quiser utilizar subdomínios e preferir alojar o conteúdo noutro host por causa do tráfego que está a gastar, utilize o famoso serviço Amazon S3. Este serviço serve para alojar ficheiros e é utilizado pelos maiores sites presentes na internet como o Twitter por exemplo. No Amazon S3 só paga o espaço e tráfego que utiliza (0,10USD por cada gigabyte alojado e 0,15USD por cada gigabyte de tráfego).

Otimize as Imagens

A utilização de imagens “pesadas” nos posts ou no design do site aumenta o tempo de carregamento das páginas.

Uma das coisas que costumo fazer ao passar as imagens pelo Photoshop para recortar e fazer algumas montagens é guardar a imagem através da opção “Save for Web & Devices” o que significa Guardar para a Web e Equipamentos. Esta opção diminui o tamanho da imagem e permite escolher várias formatos entre elas o JPG, PNG, PNG-8 e GIF. O que faço é escolher cada um dos formatos e ver a qualidade/tamanho da imagem e depois guardo no formato que melhor qualidade apresentar com o menor tamanho possível.

É importante também nunca redimensionar uma imagem através de código HTML. Você continua a carregar uma imagem com um tamanho superior aquele que podia ter a imagem se fosse mais pequena.

No caso de querer mostrar uma imagem grande aos seus visitantes considere criar uma imagem mais pequena com um link para a imagem grande.

Utilize o Gzip

Outra coisa que pode utilizar é a compressão das suas páginas com gzip. As páginas são transferidas em gzip e depois é descomprimida ao chegar ao seu computador.

» Como Funciona?

Nos gráficos em baixo pode perceber como é que funciona o carregamento das páginas e a diferença entre a utilização e a não utilização do gzip.

HTTP: Pedido e Resposta

HTTP: Pedido e Resposta com Compressão

» Como utilizar?

Existem várias formas de utilizar o gzip. Uma delas é (só funciona com servidores que utilizem o Apache) adicionar um código ao .htaccess:

# comprimir todo os ficheiros de texto & html: AddOutputFilterByType DEFLATE text/html text/plain text/xml # Ou comprimir certos ficheiros por extenção: SetOutputFilter DEFLATE

Se não tiver acesso ao .htaccess pode utilizar php. Adicione o seguinte código no início da página (se utilizar wordpress, coloque o código no header.php):

» Como sei se o Gzip está ativo? Existe uma ferramenta muito interessante que permite saber se o gzip está activo assim como o nível de compressão: – www.gidnetwork.com/tools/gzip-test.php

» Informações Importantes – Browsers antigos: O gzip não funciona com os browsers muito antigos. – Compacte só ficheiros html, php, etc: As imagens por exemplo normalmente já estão compactadas, não vale a pena compactar novamente.

– Utilização do CPU: Como a compressão é feita no servidor é mais uma coisa para ser processada por isso se tem sites com um grande numero de visitas pode ter problemas com o load do servidor.

» Alguns artigos para leitura adicional – Exemplo prático da compressão Gzip, por João Pedro Pereira – How To Optimize Your Site With GZIP Compression, por Kalid Azad (em inglês)

Utilize um plugin para Cache

A Cache é o nome dado a um determinado armazenamento temporário de dados. No caso das páginas web, a cache é utilizada para guardar as páginas localmente durante um período para evitar consultas constantes à rede.

Para wordpress existem vários plugins. Em baixo deixo 3 plugins que podem ser utilizados: – W3 Total Cache – Hyper Cache – WP Super Cache

É importante referir que alguns plugins têm opções que permitem compactar os ficheiros para poupar espaço em disco, mas lembre-se que o plugin terá de descompactar os ficheiros sempre que eles forem requisitados, por isso aconselho que desative esta opção.

Entendendo o marketing em midias sociais

O marketing em Mídias Sociais nunca foi tão famoso e tão mal utilizado como nos dias de hoje. O constante crescimento desses canais de mídia, aliado a uma pretensa facilidade de fazer uso dessas ferramentas, faz com que muitos profissionais liberais, micro e pequenos empresários arrisquem algum tempo e dinheiro criando suas próprias campanhas. Muitas vezes, porém, o resultado acaba ficando bem aquém daquilo que se era esperado e o esforço acaba dando a impressão de ter sido em vão.

Isso acontece porque, embora as ferramentas para criar, desenvolver e colocar uma campanha dessas no ar sejam bem intuitivas e repletas de tutoriais, a estratégia e o planejamento que uma campanha de marketing requer não vem nesse pacote. E em marketing, como em construção civil, medicina esportiva ou qualquer outra área do conhecimento, possuir ferramentas não é a única coisa que se precisa para obter um resultado produtivo em uma atividade.

Não basta também conhecer termos como taxa de conversão, custo por clique ou qualquer outro desse jargão. É preciso conhecimento teórico de marketing, saber analisar a demanda gerada pelo público que está nas mídias sociais, entender como as etapas do ciclo de compra do seu produto/ou serviço se encaixa nesse cenário, ter métricas eficazes para o acompanhamento dos resultados, enfim, uma série de recursos que estão presentes no material humano que lida com a campanha, e não nos sites que disponibilizam o tráfego.

Mais do que isso, é preciso entender como as relações de troca mudam com a chegada das mídias sociais. A comunicação muda, os anúncios mudam, o conceito de credibilidade de uma marca, assim como a interação do seu público consumidor para com ela muda.

Socializando

As mídias sociais surgiram para mudar o conceito de cliente e consumidor – hoje em dia nós somos fãs de marcas e produtos. Cada usuário de mídias sociais carrega consigo um potencial de divulgação enorme que, quando combinados, criam os fenômenos virais de conteúdo que conhecemos sem saber como – vídeos e fotos que se alastram com velocidade incrível na internet, atingindo milhões de visualizações em dias ou semanas.

Elas mudaram a maneira de se comunicar com esse público – anúncios passam a dar lugar para conteúdo interativo e dinâmico, que em vez de procurar vender a marca ou o produto, procura estabelecer uma conexão com esse público, tornando-o representante de sua mensagem. Pessoas conectadas por interesses comuns ou laços de amizade e parentesco se transformam no principal canal de mensagem nas redes sociais. Isso facilita e acelera a divulgação, que depende de apenas um clique de cada usuário para dar um passo além.

Porém, da mesma forma que nunca foi tão fácil alcançar várias pessoas, conhecendo detalhes de cada uma delas, o público de redes sociais é criterioso e seletivo. Poucos são aqueles que são convencidos a executarem ações em prol da publicidade alheia, por mais simples que um clique seja. O comportamento dos usuários muda, claro, de acordo com o tipo de rede social a que se refere, mas a cada dia fica mais difícil conseguir um retweet ou uma curtida. As pessoas começam a se enxergar responsáveis pelo que espalham e não querem propagar mensagens que não tenham a sua cara.

Tudo fica mais pessoal – desde a distribuição de opiniões até a relação com marcas e produtos. Por isso o marketing em mídias sociais deve buscar uma aproximação de pessoas em torno de uma ideia, mais do que vender um produto ou serviço descaradamente. Isso deve ser feito nas entrelinhas.

É importante saber tirar vantagem das mídias sociais, aumentando o grupo de potenciais clientes que tem conhecimento da sua marca. E a melhor maneira de conseguir reciprocidade nesse terreno é oferecer vantagens, serviços gratuitos, entretenimento interessante e nunca, mas nunca pedir nada pra ninguém que não se conheça.

Marketing nas Redes Sociais Redes Genéricas X Redes de Nicho

Dentro do universo das Mídias Sociais, é necessário deixar claro que existem dois grandes tipos de redes sociais – as genéricas e as de nicho. O primeiro grupo – que contém Orkut, Facebook e Twitter como maiores representantes no Brasil – são aquelas mais estruturadas, com mais recursos e número de usuários maior. Elas englobam todo e qualquer tipo de assunto e contexto, geralmente criando comunidades dentro de si para atender interesses de grupos específicos. Já o segundo grupo – as redes de nicho – tendem a agrupar pessoas em torno de um interesse comum – rede social de artistas amadores, de noivos, de músicos independentes, etc.

É como contrapor um anúncio de um carro novo em uma revista de variedades, sem foco definido, e em uma revista especializada em veículos. A intenção de cada público é diferente e, sabendo reconhecer e entender essa intenção, é possível tirar proveito dos dois lados.

Várias dessas redes menores nascem a cada dia e a tendência é só aumentarem. Empresas estão montando plataformas para usuários da internet montarem suas próprias redes sociais e, da mesma forma que os blogs, a chance de várias deles conseguirem sucesso e destaque em seus nichos de mercado realmente existe. Três plataformas que vêm ganhando notoriedade nesse nicho são o Ning, o SocialGo e o By You, nas quais com um pequeno investimento é possível começar a sua própria rede social em poucas horas. É possível inclusive criar serviços de intranet e extranet privados.

Já com as redes genéricas é possível encontrar grupos e comunidades interessantes para serem explorados. Muito se agrupam em torno de uma ideia ou conceito que pode demonstrar uma oportunidade interessante de divulgação. Se você pretende anunciar um livro de humor, por exemplo, pode fazer uma varredura pelas diversas comunidades de humor presentes no Facebook, identificar aquelas que se aproximam ao senso de humor do seu livro, e investir em anúncios apenas para as pessoas que curtiram tal página. Muitas vezes é possível conseguir espaço para divulgar seus serviços gratuitamente.

Seja como for, se você procura agregar clientes e fãs em torno da sua marca, explorando esse admirável e online mundo novo, você vai precisar montar a sua página social nas maiores redes da internet brasileira – facebook e/ou Orkut.

Sua página social

É na sua página social que você vai expor os pontos fortes do seu negócio, atender pessoas, prospectar novas oportunidades, divulgar conteúdo e muitas outras ações para aproximar e reter clientes e fãs.

Sua página social não deve ser um canal de vendas. Aliás, deve ficar o mais longe disso possível. Ela deve funcionar como um canal de conteúdo e entretenimento repleto de links e iscas para suas páginas de vendas. Vender, ao primeiro contato, é morte certa no mundo das redes sociais. É preciso cativar, entreter e surpreender o usuário para conseguir que as mensagens se espalhem de maneira eficaz.

O conteúdo exibido na página deve ser planejado de maneira a não deixá-la muito ociosa e com um ritmo constante. É preferível ter poucas atualizações planejadas e consistentes a empolgar-se no começo e criar um ritmo difícil de ser mantido. Existem ferramentas gratuitas na internet – como o Hootsuite – que permitem agendar as suas publicações para que você possa sempre estar adiantado com a produção e conteúdo da sua página (falaremos delas depois).

As páginas podem trazer links, vídeos, imagens e texto. Quanto mais diversificado o seu conteúdo, maiores as chances de cativar pessoas com diferentes gostos. Com exceção de fenômenos virais isolados, imagens tendem a se espalhar de maneira mais rápida, principalmente se combinadas com mensagens curtas de texto. Ao divulgar uma imagem em sua página, tenha certeza de sempre colocar uma marca d’água com sua marca bem evidente e passar instruções para os usuários, do tipo “clique aqui”, “curta”, “compartilhe”, porém sempre de um jeito não tão imperativo e, de preferência que dialogue com a contexto da imagem “curta se você está querendo casar”, “compartilhe se conhece alguém que está pra casar”, para o caso de um buffet de festas e eventos, por exemplo. Os resultados são bem melhores quando as pessoas são orientadas a executar o que se espera.

Resultado

O que você espera com a sua campanha de Marketing em Mídias Sociais?

Se você não sabe a resposta para essa pergunta, não comece ainda. Estabelecer as expectativas em uma campanha de mídias sociais é tão fundamental como em qualquer outra campanha. Isso a mantém no ritmo, mostra o que funciona e o que não funciona, o que deve ser mantido e o que deve ser riscado da lista.

Não espere que as mídias sociais resolvam todos os problemas presentes no seu negócio. Saiba quais são os seus problemas antes da campanha começar e ataque-os pontualmente. Se você precisa aumentar sua visibilidade perante o público masculino e adolescente, fale diretamente com ele, com uma linguagem que ele entenda, direcionando-o da melhor maneira à sua marca. Se você precisa aumentar o faturamento, faça campanhas promocionais para aquele que decide a compra do seu produto. Se o seu negócio é business 2 business, procure se conectar com pessoas de departamentos específicos, com poderes específicos dentro da empresa que você quer se aproximar. Não jogue sua marca de qualquer maneira em um banner simplesmente porque o clique custa alguns centavos.

Não caia no truque das ferramentas bonitinhas e intuitivas que vão mastigar o seu dinheiro de troco em troco. Se você quer realmente dar uma levantada no seu negócio, blog, loja virtual ou o que seja, saiba que sim, existem diversas ferramentas à sua disponibilidade e que sim, existe a melhor e a pior maneira de utilizá-las. Conhecer seu funcionamento é só o primeiro passo.